sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

10 dicas de livros para pedagogos

Ler pode ser considerada uma atividade necessária para qualquer área de formação e para quem faz faculdade de pedagogia então, nem se fala.

Para dar aquela forcinha tanto para quem está se preparando para ingressar na profissão, seja por meio de pedagogia ead ou presencial, e precisa entender a rotina escolar, quanto para quem já vive nela e quer se aprofundar sobre o assunto, separamos abaixo 10 dicas de livros que vão complementar a formação de pedagogo.

pedagogia ead

1.    As Cem Linguagens da Criança: Volume 1: A abordagem de Reggio Emilia na Educação da Primeira Infância, de Carolyn Edwards, Lella Gandini e George Forman


Reconhecida como um dos melhores sistemas educacionais do mundo, a experiência educativa para a primeira infância realizada em Reggio Emilia, na Itália, traz uma abordagem inovadora.

O livro traz reflexões dos educadores italianos responsáveis pela implantação do sistema, bem como impressões dos norte-americanos que lá estudaram.

2.    As Cem Linguagens da Criança: Volume 2: a Experiência de Reggio Emilia em Transformação, de Carolyn Edwards, Lella Gandini e George Forman


Com novos capítulos, o volume 2 do livro mostra como a perspectiva inovadora de educação de crianças de zero a seis anos modificou-se em resposta às transformações demográficas e políticas da comunidade e às novas gerações de educadores e pais. 

3.    Alfabetização em Processo, de Emília Ferreiro


Escrito há vinte e cinco anos, aprofunda um aspecto importante no processo de construção da leitura e escrita: problema cognitivo envolvido no estabelecimento da relação entre o todo e as partes que o constituem.

O livro mostra como a criança assimila as informações disponíveis e como interpreta textos escritos antes de compreender a relação entre as letras e os sons da linguagem.

4.    Afinal, O Que Os Bebês Fazem no Berçário? – Comunicação, autonomia saber-fazer de bebês em um contexto de vida coletiva, de Paulo Fochi


Neste livro, Paulo Fochi traz uma narrativa de dentro do universo dos bebês. Por meio da abordagem da documentação pedagógica, torna visíveis suas aprendizagens em contextos de vida coletiva: os primeiros passos, os encontros com os amigos, a descoberta do seu entorno.

5.    Professora Sim, Tia Não – Cartas a Quem Ousa Ensinar, de Paulo Freire


Autor obrigatório para qualquer pedagogo, Paulo Freire traz, neste livro, uma discussão sobre a profissão, tão necessária nos dias de hoje, repleta de elementos de reflexão para seu crescimento e valorização profissional.

6.    O trabalho Docente – Avaliação, valorização, controvérsias, de Bernadette A. Gatti


A coletânea traz a análise de aspectos pedagógicos e sociais do ensino da língua portuguesa tendo como base a prática em sala de aula.

7.    A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho – O conhecimento é um caleidoscópio, de Fernando Hernández e Montserrat Ventura


Este livro descreve os princípios e as práticas da organização do currículo a partir de projetos, através das reflexões e da experiência de Fernando Hernández, a maior autoridade atual nesta proposta pedagógica.

8.    O Dia a Dia das Creches e Pré-Escolas – Crônicas brasileiras, organização de Ana Maria de Araújo Mello


O livro reflete as orientações didáticas para diferentes situações educativas disponíveis aos educadores brasileiros e vislumbra caminhos e possibilidades de se construir uma educação infantil de qualidade em nosso país. Conta com a experiência de dezenas de educadores e técnicos das creches da Universidade de São Paulo.

9.    A Matemática em Sala de Aula – Reflexões e propostas para os anos iniciais do Ensino Fundamental, de Katia Stocco Smole e Cristiano Alberto Muniz


A edição reúne autores comprometidos não somente com a geração de conhecimentos, mas com a formação inicial e continuada de professores. Foi concebido pensando no professor que trabalha todos os dias a matemática em sala de aula, para ser fonte de conhecimento e reflexão prática.

10.  A Prática Educativa – Como Ensinar, de Antoni Zabala


Clássico da pedagogia ativa e construtivista, é ideal para que os aprendizes possam entender seu papel como planejadores e organizadores de conteúdos de ensino, assim como gestão do tempo e espaço de sala de aula.

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2020

A carteira da OAB é válida fora do Brasil?

Se você está focado no Exame OAB 2020, pode ficar com algumas dúvidas sobre a carteira da Ordem dos Advogados do Brasil. Por isso, hoje vamos esclarecer suas perguntas sobre a atuação de advogados brasileiros em territórios internacionais. Assim como acontece no Brasil., diversos países estabelecem rígidas regras sobre essa atuação profissional em seus territórios. Entre os mais rigorosos estão a China e o México. Mas há outros com maior flexibilidade em sua legislação, como a Polônia e a Noruega. Então, você já deve ter percebido que, se o seu foco é fazer o Exame OAB 2020 e ir para outro país, precisa escolher bem o seu destino.

curso exame de ordem


É importante lembrar que a OAB do Brasil tem um convênio com a Ordem portuguesa. Sendo assim, é permitido que os advogados brasileiros consigam o registro local sem ter que passar por novos exames e estágios. Ou seja, você faz um curso OAB no Brasil, garante a aprovação no Exame OAB 2020 e já pode embarcar para trabalhar em terras portuguesas. E, Portugal se torna a porta de entrada para a Europa. Então, trabalhando em Portugal, o advogado ou advogada conseguirá exercer a profissão mais facilmente nos demais países da União Europeia.

Porém, para iniciar os trabalhos em Portugal, é necessário que haja um escritório de advocacia interessado na sua contratação. Serviria como uma espécie de “apadrinhamento” do seu pedido. E, é claro, há etapas de documentação para conseguir o registro na Ordem dos Advogados de Portugal.

Como garantir a aprovação no Exame de Ordem?


Agora você já sabe como exercer sua profissão fora do território brasileiro. Porém, antes de pensar nisso, é preciso garantir a aprovação no Exame OAB 2020. E para isso, você precisa contar com um curso OAB. Na hora de procurar pelo melhor preparatório, é preciso observar alguns detalhes que fazem toda a diferença. Para começar, o curso OAB precisa te oferecer conteúdos tanto para a primeira fase quanto para a segunda etapa. Afinal, se você está apostando em um preparatório é porque quer passar já na primeira tentativa.

Como as edições da OAB estão cada dia mais difíceis, você precisa sentir o nível de dificuldade da prova antes de estar valendo a sua nota. Então, precisa responder questões das provas passadas, começando pelas edições mais recentes. E você encontra curso OAB com uma plataforma específica de questões, assim, você consegue economizar e ainda não corre o risco de ter acesso a perguntas desatualizadas ou que foram anuladas porque continham algum erro.

Se conseguir, sempre peça um teste dos materiais utilizados pelo curso online, assim, você consegue conhecer a metodologia e conferir se ela se adapta ao seu dia-a-dia, e também, ao seu objetivo. E mesmo que seja preciso investir dinheiro em um preparatório, ainda vale a pena. Porque ele será responsável por encurtar o seu caminho até a aprovação no Exame de Ordem e por permitir que você esteja disponível no mercado de trabalho com antecedência. E esse valor investido poderá ser recuperado já no primeiro mês de salário.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Entenda os preços caros dos carros no Brasil e as taxas altas de impostos para tê-los

Há muito tempo o Brasil nos leva bastante vantagem no preço dos automóveis em relação a a importação da América Latina, não só no preço dos 0 km, mas também no lucro que percebem as automotivos. E isso ajuda a entender porque o país traciona tanto, e pode escolher o que consome e o que exporta e participar dos desenvolvimentos. Tornou-Se uma das meninas mimadas das automotivos.

Na verdade é justamente a quantidade excessiva de carros no Brasil que levou ao aumento de algumas taxas, inclusive aqueles impostos corriqueiros como o IPVA (Imposto sob Propriedade de Veículo Automotor) e a taxa de licenciamento. No site do Detran RJ e no Detran SP, respectivamente, são incidentes as maiores alíquotas – e é também onde se mais tem veículos registrados.

 

O excesso de veículos no Brasil


Para se ter uma noção o Brasil é o 5º produtor mundial e 4º mercado em vendas, o Brasil é um dos mercados que mais divisas traz para as marcas. Conforme se deprende do expressado por colegas brasileiros, o lucro das empresas triplica a média de outros países.

Cledorvino Belini, presidente da Anfavea brasileira, disse que:

"se bem que a produção aumentou nos últimos anos, a diversificação por maior quantidade de empresas fez mais fortemente, com o qual, persiste o grande problema da escala da nossa economia”

O estudo da Morgan Stanley mostra que, apesar de a carga tributária aumentou ligeiramente para alguns tipos de veículos, a carga total brasileira teve de subir muito maiores.

Nos modelos –tão de moda - aventureiros, o ganho é maior. Enquanto a VW Crossfox ou Fiat Palio Adventure tem um custo de fabricação de 5 a 7% maior do que as versões "normais", o ganho que reporta é de 10 a 15% maior.

Os empresários do setor, apontam para o "Custo Brasil", ao salário de seus executivos e funcionários, além de um custo de vida maior.

No entanto, o estudo mostra que não está clara a causa dos preços altos em modelos que são vendidos no país vizinho.

Como mostra a foto do portal brasileiro, enquanto o Toyota Corolla custa R$ 75,000 no Brasil, só chega aos R$ 46,000 na Argentina e R$ 32,800 nos Estados Unidos.

Não estão claras as razões, mas o concreto é que o Brasil conta com os carros mais caros do mundo.

Os 10 carros mais baratos do Brasil e o valor, 3 são da Fiat


Há alguns dias, nós discutimos os dados do mercado português, a escala do Ford Focus se tornou o modelo mais vendido durante o ano de 2008. Hoje vamos dar uma olhada em um mercado distante, mas que encontraremos muitos "velhos conhecidos". 

O tamanho do mercado é impressionante: em primeiro lugar encontramos o Volkswagen Gol, o Golfe para a américa do Sul, com 295.945 unidades vendidas. Ou seja, mais de cinco vezes mais que o Focus em Portugal.

Também é certo que, em Portugal, o mercado está muito mais competitivo, já que o segundo lugar no Brasil tem quase 100.000 unidades de diferença. Continuamos com a lista:

Fiat Palio


O Fiat Palio fica atrás do Golf, como opção mais acessível, e com um ar aparentemente mais esportivos.

Fiat Uno



Em terceiro lugar, encontramos o primeiro velho amigo: o Fiat Uno, que, com a frente apenas difere do modelo vendido em Portugal na última década. Seu design não é muito atual, nem mesmo para o Brasil, mas parece que seu preço o torna atraente.

Chevrolet Corsa


Em quarto lugar, encontramos um modelo um tanto doloroso para a nossa vista. Trata-Se do Chevrolet Corsa, o frontal do Opel Corsa de segunda geração com o lançamento do passat semelhante ao Opel Kadett.

Chevrolet Celta


O quinto posto é para o Chevrolet Celta, um Opel Astra da geração anterior, com um restyle que adota um estilo mais Chevrolet.

Fiat Siena

O sexto lugar é também para a Fiat, neste caso, o Fiat Siena, um sedã de linhas modernas, que seria o equivalente ao nosso Fiat Linea.

Volskwagen Fox


O Volkswagen Fox, na sétima posição, é o primeiro modelo da lista que também é vendido em nosso mercado, um serviço público mais pequeno do que o Polo.

Honda Civic


O oitavo lugar é para o Honda Civic, na sua versão "americana", com o lançamento do passat. Na Espanha, o Civic só está disponível nesta carroçaria na versão híbrida: Honda Civic IMA.

Ford Ka



No posto nove encontramos o Ford Ka, uma evolução do primeiro Ford Ka europeu dos anos 90.

Ford Fiesta



E para completar a lista, o Ford Fiesta, que tem pouco a ver com a nossa Festa. Trata-Se de um Ford C-Max (anteriormente conhecido como Focus C-Max) com uma frente diferente, com uma grade semelhante à da geração anterior do Ford Mondeo.

Uma característica dos modelos vendidos no Brasil é que quase todos têm uma versão multicombustível, isto é, que pode funcionar de forma intercambiável com gasolina ou bicombustível. A utilização do álcool é lá muito popular, já que é mais económica do que a gasolina.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

Quantas questões são cobradas em concurso de nível superior?

Se você possui diploma universitário pode, além de ingressar no mercado de trabalho através de empresas privadas, também participar de concursos públicos, seja para cargos específicos para sua área de formação ou ainda para funções que não especificam uma formação específica. Cada vez mais os processos seletivos para candidatos com nível superior estão em evidência.

concurso de nível superior

Esses certames costumam ser muito concorridos, principalmente pelo fato de oferecerem ótimas condições de trabalho e remunerações excelentes. Mas falando especificamente sobre a pergunta que dá título a essa postagem, infelizmente não é possível precisar quantas questões são cobradas em concurso de nível superior, tudo vai depender da banca organizadora.

Mas aqui entre nós, quem realmente está bem preparado não precisa se preocupar com a quantidade de questões que aparecerão na prova. E para estar bem preparado é necessário focar, primeiramente, nas disciplinas de conhecimentos gerais, tais como:

·         Língua Portuguesa

Presente em 100% dos concursos de nível superior, a Língua Portuguesa nesse caso costuma cobrar com mais frequência a semântica; a gramática, mas em um grau de dificuldade maior se comparado as provas de nível médio; regências; e claro, interpretação.

·         Matemática

Assim como a Língua Portuguesa, aparece em 10 de cada 10 provas, seja a Matemática propriamente dita, mas também podendo ser a Matemática Financeira e ainda o Raciocínio Lógico.

Há ainda as disciplinas que, apesar de não tanto quanto as citadas acima, costumam ser cobradas com bastante frequência:

·         Informática

Principalmente pacote Office, sistema operacional Windows, atalhos, conceitos de internet e, um assunto novo, mas que tem aparecido muito, noções de informática.


·         Direito

Claro, várias áreas costumam cair nas provas de concursos de nível superior, mas duas que certamente são as mais cobradas dizem respeito a Direito Administrativo e Direito Constitucional. No primeiro, focando bastante no que trata os princípios e regras da Administração Pública, e o segundo analisando e interpretando as normas da constituição.

Uma vez sabendo quais são os assuntos mais recorrentes nas questões para concursos de nível superior, você também precisa se perguntar como aprendê-las da melhor forma, a fim de ter sucesso ao responde-las no dia da prova. A resposta é uma só: curso online.

O seu curso online para concursos deve oferecer videoaulas. Isso mesmo! Somente com videoaulas você se prepara de forma realmente efetiva pois, ao contrário das apostilas, consegue aprender todo conteúdo necessário de maneira dinâmica, uma vez que elas têm apenas 30 minutos de duração.

Essas mesmas videoaulas têm outros dois diferenciais fundamentais. O primeiro é o fato de apresentarem apenas conteúdos que realmente serão cobrados nas provas. Nada de enrolação! Nada de conteúdo desnecessário! Você vai direto ao ponto. E o segundo é estarem organizadas em formato de plano de estudos, ou seja, na ordem exata em que devem ser assistidas. Isso significa economia máxima de tempo.

E por fim, mas tão importante quanto, o seu curso online deve oferecer uma completa plataforma com questões de concursos nível superior, para que você possa treinar a resolução de acordo com que estudou. Assim testa seus conhecimentos e consegue simular como seria o dia da prova propriamente dita, ganhando ainda experiência e segurança.

Com essas dicas, acredite, você logo realizará o sonho de ser aprova em um concurso público.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Posso trabalhar como contador(a) sem a carteira do CRC?

Assim como acontece com os graduados no curso de Direito, que precisam enfrentar a prova da OAB para exercer legalmente a profissão, os graduados no curso de Ciências Contábeis também devem se submeter a um exame específico para “validação” da profissão.

exame de suficiência

Realizado pelo Conselho Federal de Contabilidade – CFC e conhecido como Exame de Suficiência, o exame nada mais é do que uma prova que visa avaliar os conhecimentos e habilidades dos profissionais que pretendem ingressar no mercado de trabalho exercendo a função de Contador.

Desta forma, desde o ano 2000, quando aconteceu a primeira edição do exame, fica sendo considerado ilegal o exercício da profissão por aqueles que não possuem o registro junto ao Conselho Regional de Contabilidade - CRC.

E para que você possa compreender a seriedade do assunto, separamos abaixo o trecho da lei em que fica destacada a obrigatoriedade da avaliação:

De acordo com o artigo nº 12 do decreto-lei nº 9295, de 27 de maio de 1946, com redação dada pela lei nº 12.249, de 2010:

Art. 12.  Os profissionais a que se refere este Decreto-Lei somente poderão exercer a profissão após a regular conclusão do curso de Bacharelado em Ciências Contábeis, reconhecido pelo Ministério da Educação, aprovação em Exame de Suficiência e registro no Conselho Regional de Contabilidade a que estiverem sujeitos.  

§ 1o O exercício da profissão, sem o registro a que alude este artigo, será considerado como infração do presente Decreto-lei.

Sobre o Exame de Suficiência


Realizada em duas edições anuais, a prova do CRC é composta por 50 questões, com valor de um ponto cada, que avaliam os conhecimentos adquiridos durante o período de graduação.

Nela são cobrados os conteúdos das disciplinas de Contabilidade Geral, Contabilidade de Custos, Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Contabilidade Gerencial, Controladoria, Noções de Direito e Legislação Aplicada, Matemática Financeira e Estatística, Teoria da Contabilidade, Legislação e Ética Profissional, Princípios de Contabilidade e Normas Brasileiras de Contabilidade, Auditoria Contábil, Perícia Contábil e Língua Portuguesa Aplicada.

Para conquistar a aprovação, é necessário acertar metade da prova, ou seja, somando 25 pontos.

Preparação para a prova


Na fase de preparação para a prova é importante contar com o apoio de profissionais qualificados e experientes no assunto.  A ideia é relembrar os conteúdos aprendidos em sala de aula.

Uma boa pedida antes de iniciar seus estudos é optar por um preparatório  cfc/crc que faça uma revisão completa dos assuntos a serem cobrados de cada disciplina e traga de forma exemplificada as aplicações práticas das teorias.

É importante ainda, durante todo o período de preparação, ter a disposição as questões de provas anteriores aplicadas pelo CFC. Desta forma, por meio da resolução de questões, você pode testar suas habilidade e conhecimentos, identificando suas dificuldades.

Enfim, ao contrário do que muita gente pensa, o Exame de Suficiência não é um bicho de sete cabeças. Basta apenas um pouco de preparo e dedicação para que você conquiste a aprovação e esteja a um passo de exercer a sua profissão.

quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Como trabalhar no Senado?

Para ingressar no Senado como servidor de carreira é necessário prestar concurso público. 

Concurso do Senado

Atualmente há um concurso autorizado para o órgão com oferta inicial de 40 vagas imediatas e oportunidades em cadastro de reserva.

Deste total, de 40 vagas, 24 delas serão destinadas ao cargo de Técnico Legislativo, na especialidade de Policial Legislativo, que exige apenas nível médio e oferece salário de R$ 19.573,46.

Já para o nível superior, as oportunidades serão divididas entre os cargos de Advogado e profissionais com formação nas áreas de: Administração, Arquivologia, Assistência Social, Contabilidade, Enfermagem, Engenharia do Trabalho, Engenharia Eletrônica e Telecomunicações, Informática Legislativa, Processo Legislativo e Registro e Redação Parlamentar. Os vencimentos vão de R$ 25.764,85 a R$ 33.003,05.

A concorrência para trabalhar no Senado costuma ser grande, portanto, é interessante que você não espera a publicação do edital para iniciar sua preparação. É possível montar um plano de estudos baseado nos últimos editais de concursos.

Para o cargo de Policial Legislativo, por exemplo, no concurso de 2012 os concorrentes foram avaliados com uma prova de múltipla escolha contendo 70 questões, sendo: língua portuguesa (20); conhecimentos gerais (10); noções de informática (30) e conhecimentos específicos (30). O total da prova era de 120 pontos, sendo as disciplinas de língua portuguesa e conhecimentos específicos com mais peso – 2 por questão. Era necessário alcançar o mínimo de 50% do total de cada disciplina para ser aprovado.

Na disciplina de língua portuguesa foram avaliadas habilidades dos candidatos quanto à leitura e análise de textos, estruturação do texto e dos parágrafos, articulação do texto: pronomes e expressões referenciais, nexos, operadores sequenciais. E também significação contextual de palavras e expressões. Interpretação: pressuposições e inferências; implícitos e subentendidos. Variedades de texto e adequação de linguagem. Equivalência e transformação de estruturas. Discurso direto e indireto. Sintaxe: processos de coordenação e subordinação. Emprego de tempos e modos verbais. 

Pontuação. Estrutura e formação de palavras. Funções das classes de palavras. Flexão nominal e verbal. Pronomes: emprego, formas de tratamento e colocação. Concordância nominal e verbal. 

Regência nominal e verbal. Ocorrência de crase. Ortografia oficial. Acentuação gráfica. Redação Oficial (Manual de Redação da Presidência da República e Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal).

Também foi realizada uma etapa de avaliação discursiva, contendo redação com mínimo de 25 linhas e máximo de 30 linhas; e questão com máximo de 30 linhas. O total desta fase era de 40 pontos e passava para ela o quantitativo de 15 vezes o número de vagas ofertadas na época.